Continuando a série sobre os Dream Killers, agora, vamos falar sobre o medo de sair da sua Zona de Conforto e como você poderá fazer para superá-la!

 

Quando n√£o percebemos o problema

Sabe aquela sensa√ß√£o de que est√° tudo bem na vida? Aquela sensa√ß√£o de que tudo parece t√£o perfeito em todos os √Ęmbitos?

Sim, é possível até ouvir violinos ao fundo…

Então, querido leitor, preciso dizer que é nessa tranquilidade que mora o problema.

√Č natural que as pessoas queiram passar a maior parte do tempo sem ansiedade e com o m√°ximo de conforto poss√≠vel. Isso certamente gera seguran√ßa.

Mas, viver com a impressão de calmaria é justamente o que pode estar te impedindo de alcançar todo o seu potencial e de conquistar algo maior!

Todo progresso acontece fora da zona de conforto. –¬†Michael John Bobak

 

Comportamento natural

O ser humano procura permanecer na sua zona de conforto e toda a nossa jornada é pautada na busca por aquilo que nos garante tranquilidade.

Precisamos perceber que mesmo com toda a quietude supostamente necess√°ria para vivermos bem, o nosso lado vision√°rio, a vontade de dar um passo maior, de ajudar pessoas e impactar o mundo positivamente n√£o ir√° morrer.

Talvez você não consiga eliminar esses anseios e tudo isso continuará dentro de você, porém de forma reprimida.

Aquela sensação de que está faltando algo pode te acompanhar para o resto da vida.

Vamos tentar uma abordagem mais cient√≠fica: se voltarmos l√° na Pir√Ęmide de Maslow, nas t√£o famosas necessidades humanas b√°sicas, olha s√≥ com quem nos deparamos l√° no topo – necessidade de autorrealiza√ß√£o!

E, acredite, isso não é um luxo ou simplesmente um privilégio, lembre-se que estamos falando daquilo que é básico.

Ou seja, enquanto a gente não atinge essa autorrealização, a sensação de desconforto será uma constante.

√Č como se estiv√©ssemos desalinhados com a nossa ess√™ncia, com a nossa arte e com a nossa miss√£o.

 

Correndo um grande risco

E qual é o risco disso tudo?

√Č o de voc√™ chegar l√° no final da sua vida, olhar pra tr√°s e enxergar um passado repleto de arrependimentos e culpa de n√£o ter realizado as coisas que realmente importavam, por conta muitas vezes da in√©rcia e da pregui√ßa de sair da zona de conforto.

Aquela velha m√°xima de que “a vida √© uma s√≥” tem que ser colocada em jogo!

Se começarmos a dar o devido valor a tudo que tem que ser vivido de forma intensa, certamente não teremos arrependimento daquilo que não foi feito.

Que tal chegarmos lá na frente com ótimas histórias para contar?

A dica é ter crises existenciais aos 20 anos, por exemplo, e não deixar para tê-las na terceira idade.

Quando se tem uma vida inteira pela frente para mudar radicalmente o rumo das coisas, tudo se torna mais fácil.  

Não estou dizendo que existe uma hora certa para dar uma guinada na vida, mas quanto antes melhor.  

Acredite em você, tente fazer diferente, faça algo novo. Que tal começar a encarar a tranquilidade como algo perigoso?

A vida come√ßa no final de sua zona de conforto. –¬†Neale Donald Walsch

 


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Infelizmente eu n√£o posso garantir que esse presente ainda esteja dispon√≠vel na data que voc√™ estiver lendo esse artigo. Ent√£o espero que entenda que h√° um n√ļmero limitado de sess√Ķes oferecidas e depois, provavelmente, n√£o haver√° mais.

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