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Como Eu Demiti o Meu Chefe…

[text_block style=”style_1.png” align=”left” font_size=”20″ font_font=”Lato” font_style=”300″]Talvez você ainda não conheça minha história, mas eu posso te garantir que somos mais parecidos do que você imagina

Durante 10 anos, eu vivi as dores da CLT sendo empregado e diretor numa multinacional.

O que eu mais queria era ganhar dinheiro 🤑 e status e evoluir na escadinha corporativa.

Estava disposto a jogar os jogos políticos para crescer. 

E joguei.

Muito bem por sinal…

Comecei trabalhando no Brasil…

… fui pra a França trabalhar na sede mundial e fazer um mestrado em Recursos Humanos, numa da mais conceituadas universidades do país (tudo pago pela empresa).

Parecia um sonho!

Fiquei 4 anos na terra dos croissants 🥐  e voltei para o Brasil como Diretor de Marketing Digital aos 28 anos.

Carreira explosiva, apartamento num bairro chique do RJ, carro e celular corporativo, cartão de visita com letras douradas… todos os símbolos de sucesso para a sociedade.

Só que estava vazio por dentro.


Apesar de todas as conquistas, a conta não fechava!

Trabalhava 14h por dia, com uma pressão insana da diretoria e metas impossíveis…

Faltava brilho nos olhos e tesão para começar na segunda.

Apesar de ganhar bem, não achava meu salário compatível com o tanto que trabalhava.

Não tinha liberdade de horários e era obrigado a ficar preso no escritório todo santo dia… mesmo sabendo que poderia fazer a maior parte das minhas tarefas de casa ou de um café (hipótese comprovadas nestes últimos meses com a crise).

Não sobrava tempo para nada… minha família, saúde e prazer ficavam sempre em segundo plano.

E já estava bem cansado de usar uma máscara no trabalho 🎭 e ficar atuando nos tóxicos teatros políticos.

Minha vida toda girava em torno do trabalho!

E pra falar a verdade, eu estava me sentindo um prostituto de luxo que trocava meu tempo apenas pelo salário no final do mês.


Aquela situação não era mais sustentável. 

Parecia que estava morrendo aos 30 anos, só esperando para ser enterrado aos 80.

Daí saí de férias com minha companheira Taíssa (momento em que conseguia ser feliz)  e fomos visitar um primo e sua esposa que estavam morando por alguns meses em Playa del Carmen, no México.

Eu o admirava demais!

O Rafa era um puta empreendedor e vivia um estilo de vida dos sonhos que me dava aquela “inveja branca”…

Como ele tocava seus projetos e equipes de forma remota, poderia trabalhar de qualquer lugar e fazer seus próprios horários.

Daí, num jantar regado a muitas Margaritas 🍹🍹, ele me revelou que estava buscando um sócio. Alguém que manjasse bem de marketing para ajudá-lo com a sua nova startup sobre futuro do trabalho e perguntou se eu conhecia alguém?

Nesse momento, eu enxerguei a oportunidade de me libertar da CLT e começar algo que eu me sentisse muito mais útil, que contribuísse para a sociedade, e me desse muito mais liberdade.

Mas eu estava todo cagado 💩  por dentro…

Medo de trocar o “certo” pelo duvidoso, a incerteza de grana no futuro, medo de perder tudo o que eu tinha construído, medo do fracasso, medo do que os outros iam pensar….

Não consegui dormir nessa noite.

Nos dias seguintes, não conseguia aproveitar tanto os mergulhos com tartarugas marinhas e visitas aos cenotes mexicanos… minha cabeça só estava em um lugar.

Foram horas de conversas com meu primo tentando acalmar minhas inseguranças e trazer mais clareza para os próximos passos…

As ideias de negócio, a mentalidade empreendedora, os riscos envolvidos, como me planejar financeiramente…

Meu primo se tornou meu mentor e me disse uma frase que nunca vou esquecer:

A segurança da CLT é uma grande ilusão. A única segurança que você pode ter na vida é a sua capacidade de gerar valor!”


Aquilo fez muito sentido para mim.

Depois de conversar com a Taíssa, e fazer um milhão de contas em relação às reservas de grana 💰 e tal, eu me convenci de que era o momento…

Era jovem, ainda não tinha filhos, tinha economias, minha mulher me apoiava, tinha saúde… 

Resolvi investir em 18 meses de “MBA em empreendedorismo“. 

Não seria numa escola que eu iria aprender a empreender, né? Tinha que botar a cara! 

Por isso, me dei esse período como “teste” para viver um sonho de trabalhar com algo que gostasse, mais alinhado aos meus valores, que me permitisse viajar o mundo, viver experiências incríveis e com potencial de ganhos financeiros ilimitados.

Bem… voltando de férias, fiz mais algumas contas, começamos a nova startup em paralelo e isso me deu coragem de pedir demissão.

Foi uma das decisões mais difíceis na minha vida, mas estava feito!

Agora eu tinha que fazer dar certo.

Obviamente, enfrentei meu primeiro fracasso 😭, o que foi um baque para mim, que estava acostumado a sempre esconder as derrotas embaixo do tapete. 

Eu fiquei bem abalado! Mas rapidamente aprendi que no empreendedorismo, os fracassos são apenas uma etapa necessária para chegar ao sucesso.

Daí nossa primeira startup faliu e eu segui em frente me tornando sócio de um Instituto de Consultoria sobre o Futuro do Trabalho na Holanda.

Quatro anos passaram e eu levei o instituto para 8 países entre China 🇨🇳, Japão 🇯🇵, Índia 🇮🇳, Alemanha 🇩🇪, Africa do Sul 🇿🇦 … 

Apesar de aprender bastante, e de estar trabalhando num projeto com impacto…

… eu ainda me questionava se era aquilo? 🤔


Foi nesse momento que eu me dei conta que estava transformando empresas de até 70 mil pessoas para levar a felicidade para dentro do trabalho, mas eu mesmo não estava feliz.

Eu comecei a me sentir uma farsa. 

Isso começou a prejudicar meu trabalho, não via mais verdade no projeto e comecei a sentir as mesmas dores de antes.

Daí eu resolvi começar a customizar todas essas ferramentas e práticas que utilizava nas maiores empresas para a minha transformação.

Eu comecei a olhar para minha vida como se fosse uma empresa, e fui melhorando cada área em busca de mais resultados.

Passei a ser o CEO da minha própria vida

Minha vida começou a tomar um rumo que nunca havia tomado antes.

E as pessoas começaram a reparar…

Toda vez que sentava numa mesa de bar com um amigo, ou nas reuniões de família… as pessoas me perguntavam:

Como conseguia trabalhar com projetos online e viajar pelo mundo?
Como conseguia ter tanta liberdade?
Como ganhava dinheiro fazendo o que eu gostava?
Como eu fazia para me manter em forma?
Como eu mantinha um relacionamento foda com a Taíssa?

Eu fiquei viciado em compartilhar dicas e conselhos e parecia que as pessoas se transformavam quando me ouviam falar.

Daí comecei a pensar em como levar esses os meus resultados e aprendizados para uma caralhada de gente…? 🤔

Foi aí que comecei a compartilhar vídeos e artigos nas redes sociais. 

As pessoas foram curtindo, compartilhando, pedindo mais…

Mas tudo o que eu fazia era baseado nas minhas experiências pessoais e em tudo que eu havia aprendido como empregado, diretor, consultor e empreendedor digital…

Precisava estudar mais sobre transformação do indivíduo.

Mas estava cheio de preconceito com o boom do mundo do coaching cor de rosa 🌈, da galera ficar abraçando árvore e tal…

Eu era o cara da execução, prático…

E nesses meus estudos, eu percebi que havia caído numa outra prisão, ainda mais perigosa.

Cai num buraco negro do marketing digital cheio de gurus, cursos, fórmulas de sucesso, um milhão de redes sociais, tráfego, copywriting, SEO, SEM, site, blog, canal Youtube…. UFA!

Eu me vi trabalhando 3x mais do que eu estava trabalhando no CLT, ganhava mais dinheiro mas me perguntava…

“Empreender é se matar de trabalhar?!”

 

Ninguém tinha me falado essa porra! 🤬

Não era isso que estava buscando.

Parecia que eu vivia para ganhar dinheiro e não ganhava mais dinheiro para viver.

Daí eu comecei a criar meu negócio online do meu jeito.

Do meu jeito de trabalhar: 

    • com mais propósito (porque sim! é importante trabalhar em algo maior do que apenas a grana)
    • com mais liberdade e qualidade de vida
    • com mais alinhamento com os meus valores
    • com mais simplicidade e leveza
    • com a minha própria fórmula
    • com os pés descalços 👣


Hoje em dia eu ganho mais dinheiro do que nunca…

… fazendo um trabalho que é útil para a sociedade…

… faço o que gosto e tenho total liberdade para fazer meus horários e trabalhar de onde quiser…

… passo tempo de qualidade com as pessoas que eu amo…

… e finalmente atingi uma vida muito mais equilibrada com seus desbalanços, mas com saldo sempre positivo!

Hoje eu não trabalho apenas pelo dinheiro no final do mês… eu trabalho por uma causa:

Libertar o máximo de pessoas da prisão CLT!

 

Por isso, se a minha história fez sentido pra você, eu desenvolvi um mapa seguro para você demitir o seu chefe sem fazer loucuras!

Se você quiser conhecer no detalhe esse plano, vem pra tribo dos pés descalços clicando aí embaixo! 👊

Bem, por hoje é isso…

Nos vemos em breve!

Ian[/text_block]

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